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segunda-feira, 30 de março de 2026

Desperta [661]

 


Desperta,

ouve como a floresta canta:

os ventos são sussurros de uma orquestra

onde os riachos são violinos

num concerto de perfumes,

do pinho à madressilva.

 

Desperta,

podes ser um pássaro ou uma estrela

a sobrevoar o arvoredo

e esquecer a corrupção obscena da bolsa

ou a morte que espalham divertidos

os três mosqueteiros assassinos,

Putin, Trump e Netanyahu,

semeada sem dó na Ucrânia, no Irão,

na Faixa de Gaza e no Líbano.

 

Desperta,

sei que não ouves a floresta

não és um pássaro

e nem as tréguas da Páscoa te salvam,

mas compra uma máscara

porque os fumos tóxicos da guerra

vão chegar à tua garganta

antes que dês um tiro nos bandidos.

 

© Jaime Portela, Março de 2026


56 comentários:

Marisa Alonso Santamaría disse...

Hola, Jaime.
Es muy triste el momento que vivimos. Nadie quiere la guerra y nos meten en ella.
Para olvidar este horror te invito a cantar y bailar en mi ventana.
Un abrazo.

silvia de angelis disse...

Una lirica cruda che contrappone l'armonia sinfonica della natura alla brutale corruzione della politica e della guerra, esortando a un risveglio che è insieme spirituale e di pura sopravvivenza.
Buona settimana

Luiz Gomes disse...

Bom dia meu querido amigo Jaime. Seu poema é totalmente, verdadeiro. Gostei muito, da comparação, dos três mosqueteiros. Uma excelente segunda-feira, para você e todos os seus familiares, grande abraço do seu amigo brasileiro.

chica disse...

Um grito em forma de poesia e me junto a ele!
Impressionante esses que só pensam em poder e nos seus próprios umbigos...
abração, linda semana, chica

Jaime Portela disse...

Tradução: Uma letra crua que contrasta a harmonia sinfônica da natureza com a brutal corrupção da política e da guerra, clamando por um despertar que seja ao mesmo tempo espiritual e de pura sobrevivência.
Tenha uma boa semana!

brancas nuvens negras disse...

Hoje um poema de cariz político, de intervenção. A violência da guerra existe em mais outros lugares do mundo, entre sete e onze lugares. Oportuno o seu poema.
Um abraço.

Eros de Passagem disse...

Parece que não há saída para o mundo, pois os "três mosqueteiros assassinos" estendem seus tentáculos como um polvo para domínio do mundo. Neste jogo, recuamos muitas casas. Ou voltamos à Idade Média.
Um boa semana, caro poeta!

Cláudia disse...

Muito bom, forte. Muita verdade, triste, mas verdade.

Boa semana

Jovem Jornalista disse...

Belas e incríveis palavras.

Boa semana!

O JOVEM JORNALISTA está no ar cheio de posts novos e novidades! Não deixe de conferir!

Jovem Jornalista
Instagram

Até mais, Emerson Garcia

MELODY JACOB disse...

This piece mixes beauty and harsh reality in a striking way, the forest and music alongside the weight of the world. It makes me stop and think about how fragile and precious life is, even amid chaos.

Eduardo Medeiros disse...

Forte e profundo.
Muitas vezes precisamos "olhar para floresta" para tentarmos nos reconectar com algo maior e mais saudável do que a complicada geopolítica global.

São disse...

Esses três assassinos são criminosos de guerra , mas os cobardes sem dignidade que se calam e se arrastam a seus pés , muito em particular dos do psicopata estado-unidense e do genocida judeu, conseguem repugnar-me ainda mais...

Meu amigo, boa semana. Te abraço.

R's Rue disse...

So beautiful.
rsrue.blogspot.com

Silent Movie - ©Theda Bara disse...

If only humanity understood the representativeness of Easter and Christmas in their essence, then we would achieve peace.
(ꈍᴗꈍ) Poetic and cinematic greetings.

ematejoca disse...

Chamado à despertar, para ouvir a natureza e rejeitar a violência, denunciando a guerra e a corrupção.
O poema exorta escolher a paz, proteger-se dos danos da toxicidade do conflito e não recorrer à violência.

Meu poeta amigo, boa semana e uma Páscoa Feliz.
Um abraço primaveril 🌺 das margens do Reno.

Daniela Silva disse...

Despertar é um convite à consciência e à presença no momento. Reconhecer cada novo dia permite renovar energias, refletir sobre prioridades e abraçar oportunidades com atenção e gratidão.

Beijinhos,
Daniela Silva 🩷
Alma Leve

Adriana Helena disse...

Um poema que clama por Justiça, que as barbaridades cessem diante do clamor do povo sofrido que fica entre balas, canhões e mísseis...
Que forte amigo, parabéns por evidenciar o sofrimento da guerra com o canto da floresta!
Tenha uma semana Pascal maravilhosa!! :))))

Mário Margaride disse...

Olá, amigo Jaime.
De facto, é preciso que o mundo desperte e se revolte contra esta barbárie, perpetrada por estes 3 personagens sinistros que querem mandar no Mundo.
Excelente poema. Gostei bastante.

Abraço amigo, boa semana e Feliz Páscoa!

Mário Margaride

http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com

Janita disse...

Este poema do Jaime faz-me lembrar muito um de Eugénio de Andrade: Creio que será mais ou menos assim:

"Passamos pelas coisas sem as ver
Gastos, como animais envelhecidos
Se alguém chama por nós, não respondemos
Se alguém nos pede amor não estremecemos.
Como frutos de sombra, sem sabor
Vamos caindo ao chão, apodrecidos"

No início da minha vida de bloguer, fiz muitas adaptações de poemas de grandes poetas, outras vezes,
eram criações minhas. Com o tempo, fui envelhecendo sem talento e sem vontade ... Qual fruto criado à sombra... :)

Gostei muito desse seu abanão para despertar quem vive adormecido...

Beijinhos, amigo Jaime

Mariazita disse...

Meu querido amigo Jaime
Desperta!
Despertemos todos, enquanto podemos ouvir a floresta cantar...
E enquanto o seu canto não é substituído pelo troar dos canhões e os silvos das balas.
Triste este mundo em que vivemos, onde os nossos destinos estão entregues nas mãos de 3 (pelo menos 3...) loucos à solta.
Retratas perfeitamente a situação neste teu magnífico poema. (já tinha saudades de te ler..)
Um abraço e beijinhos da tua amiga que não te esquece
Mariazita

Lucimar da Silva Moreira disse...

Um poema forte e verdadeiro, você achou as palavras certas, desejo uma feliz semana abraços Jaime.

pensandoemfamilia.com.br disse...

UNO-ME AO SEU GRITO NESTA REAL POESIA. Abrços. Norma


https://pensandoemfamilia.com.br/personalidades/um-escritor-me-inspira-12/

Os olhares da Gracinha! disse...

Uma abordagem pertinente, atual para a qual se exige um "novo despertar"!!! Boa Páscoa 😘

J.P. Alexander disse...

Profundo poema. Te mando un beso.

Lucia disse...

Olá caro Jaime.
Mais um belo poema em forma de desabafo.
Neste poema, vejo um contraste claro entre a beleza da natureza e a violência do mundo atual.
Boa semana amigo poeta.
Beijo!

Pedro Coimbra disse...

Gostei de ver o despertar cívico nos Estados Unidos e um pouco por todo o Mundo.
Esses pulhas serão punidos.
Abraço, boa semana

TORO SALVAJE disse...

Son tres monstruos.
Ojalá sufran en vida mil veces el dolor que están causando.
Les deseo la peor de las muertes con el máximo sufrimiento.

Saludos.

Marta Vinhais disse...

Não, não são os Mosqueteiros de Alexandre Dumas. Só vejo prepotência e ganância....e dor para os restantes.
Beijos e abraços
Marta

Emília Simões disse...

Boa tarde Jaime,
Um poema muito belo, um grito, a revolta à flor da pele, de uma situação gravíssima que assola o mundo e os mais sensíveis!
Triste que os três mosqueteiros, os três gananciosos do mundo moderno, só pensem em poder e ter, matando e destruindo, sempre com sofreguidão de mais e mais para encher os bolsos e o ego.
Tudo muito triste. Tudo muito desumano e lamentável.
Precisamos despertar!
Beijinhos e uma boa e abençoada Páscoa.
Emília

AMALIA disse...

Estupendas letras que reflejan una cruda realidad.
Te deseo una excelente semana.
Un abrazo.

Roselia Bezerra disse...

Amigo Jaime, boa tarde de Paz!
As guerras trazem consequências tremendas que os poemas revelam e tentam aliviar os leitores.
Tenha uma semana abençoada!
Abraços fraternos

Anna Lucia P Gadelha disse...

Este é um poema visceral. Você constrói um contraste brutal e muito necessário entre a harmonia intrínseca da natureza e a dissonância destrutiva da geopolítica humana. A transição da "orquestra de ventos" para a "corrupção obscena" serve como um balde de água fria que força o leitor a encarar a realidade.Excelente! Bjs

Juvenal Nunes disse...

Infelizmente, estamos todos intoxicados com tanto belicismo.
Abraço de amizade.
Juvenal Nunes

Ana Tapadas disse...

Tão importante a mensagem deste poema!
Infelizmente, meu amigo, vivemos tempos de enorme instabilidade e de violência.
Um abraço

Tais Luso de Carvalho disse...

Olá, querido poeta Jaime, é verdade, estamos horrorizados,
o mundo está horrorizado e apreensivo! O que será que vem
mais? Acho que é um terror coletivo, e pior não será.
Gostei muito e me junto ao seu grito!
Aplausos!!
Uma boa semana, beijo, amigo.

Teresa Isabel SIlva disse...

Muito bonito esse poema!
Aproveito para desejar um bom fim de semana!

Bjxxx,
Pinterest | Instagram | Blog

Isa Sá disse...

A começar o dia a ler um bonito poema!
Isabel Sá
Brilhos da Moda

Olinda Melo disse...

Caro Jaime
Com o rumor da guerra, da violência que grassa pelo mundo, quase que não ouvimos o rumorejar do vento nas folhas, nem o chilrear dos pássaros. Pensávamos que depois do Covid-19 voltaríamos à floresta, às origens, mas debalde. Ficámos ainda mais violentos, mais loucos não distinguindo o bem do mal.
Um poema que apela a um despertar das consciências.
Abraço
Olinda

Lady aux Secrets de Minuit disse...


Jamie,

Os seus versos ressoam como um poderoso despertar, fundindo a beleza do mundo com as suas duras verdades. Entre a floresta e a turbulência humana, a sua poesia atinge a verdade e desperta consciências.

Com toda a minha admiração poética,
Beijos
Veronique

A Paixão da Isa disse...

passando para desejar uma santa e feliz pascoa a si e aos seus beijinhos saude

Rakel disse...

Ciao, un poesia di denuncia e incitamento a risvegliarci e combattere ,per poter ritornare a quella foresta e poterne udire il canto.
Un caro saluto e Buona Pasqua
Rakel

Bandys disse...

Olá Jaime,
Tempos de guerra, só me resta falar de paz e renovar a esperança e uma fé inabalável num Deus amantíssimo.
Feliz Pascoa, e que chegue um abraço carinhoso.☺♥

Olavo Marques disse...

Olá talentoso Jaime! Formidável poema! Faz muito bem o contraste entre a beleza da natureza com a realidade pesada do mundo. Um contraste que dá que pensar. Forte abraço e uma boa páscoa! 🤗

Graça Pires disse...

Um poema de intervenção e denúncia. Um grito de alarme contra os assassinos. Um brado sobre o sofrimento dos que são atingidos.
Que a sua Páscoa lhe traga esperança.
Um beijo.

Maria Rodrigues disse...

Um grito de dor e revolta, pelas terríveis atrocidades cometidas, pelos três diabólicos senhores da guerra.
Um poema pertinente e sublime!
Beijos e uma Páscoa Feliz

Majo Dutra disse...

Há no poema uma antítese estruturante entre o lirismo bucólico e a crueza da atual realidade internacional. a qual dá força à mensagem.
Escrevi um semelhante contrapondo a primavera à guerra...
Ótimo fim de semana pascal para si e seus.
Um abraço.
~~~

lis disse...

Um olhar profundo sobre o que estamos vivendo.
Triste Jaime , soubestes descrever com clareza num poema onde resgata a beleza da natureza, e nos alivia do impacto dessa guerra desnecessária.
Meu abraço e que sua semana seja leve ,encontre poesia por onde andar e tenha um bonito domingo de Páscoa. Com abraços meus.

SOL da Esteva disse...

Poema cru e real. Um grito que irá ecoar mesmo nos ouvidos surdos.
Excelente intervenção, Jaime.

Abraço,
SOL da Esteva

Emília Pinto disse...

É a lei do mais forte, caro Amigo Jaime. Os poderosos do mundo e, como dizes, bastam três tresloucados para que as belezas da natureza não possam ser apreciadas, principalmente nos locais onde as guerras estão presente; tudo é destruída, as pessoas morrem debaixo dos escombros e outras são " convidadas " a abandonarem as suas casas tendo de viver em barracas, como é o caso do Líbano. Israel está a tornar-se num país assassino e os Estados Unidos estão a tornar-se na vergonha do mundo; o seu presidente não respeita ninguém e a liberdade que tinham e apregoavam está a desaparecer como se fosse levada pelos mísseis , drones e outros poderosos armamentos, incumbida de destruir e matar indiscriminadamente. Estamos num mundo louco e, embora saibamos que esta loucura sempre existiu, agora está muito perto de nós, atingindo-nos, por mais que tentemos fugir dela. Ainda conseguimos ver as flores da Primavera, ouvir o canto dos pássaros , aproveitar este lindo sol que tem aparecido, mas até quando, Amigo?
E já que falas na natureza, já viste a quantidade de incêndios que têm assolado o nosso pais nestes últimos dias ? Como é que queremos o fim da guerra se não somos capazes de preservar este nosso bem comum que são as florestas? Simplesmente, inacreditável!!!
Obrigada por este alerta e aproveito para te desejar uma feliz Páscoa, celebração que não foi foi respeitada pelo país onde tem um grande significado. Triste, muito triste!
Beijinhos
Emília 🌻 🌻

Mário Margaride disse...

Olá, amigo Jaime.
Passando por aqui, para desejar um bom fim de semana, e feliz Páscoa!
Abraço de amizade.

Mário Margaride

http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com

Anónimo disse...

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Muitas pessoas já receberam ajuda e orientação por meio de seu trabalho espiritual.

Roselia Bezerra disse...

"Não jogues o Sagrado ao vento com palavras fúteis.
Seja o Sagrado!"

P elo Amor derramado

A paz, enfim, reinou

S ó nos resta o Amado

C om todo esplendor

O sol nos vem calado

A contemplar tanto Amor
(Rosélia Bezerra)

Deixe que o Amor seja sua oração.
(Osho)

Feliz e Abençoada Pascoa, Amiga!🌻🙏

Pedro Luso de Carvalho disse...

Olá, amigo Jaime, um excelente poema, do qual gostei muito,
com uma forte crítica social, tão necessária nos dias que correm, com guerras e mortes.
Parabéns, Poeta!
Uma feliz Páscoa em família.
Grande abraço.

Tais Luso de Carvalho disse...

Reli o belo texto e hoje venho para desejar ao excelente poeta uma feliz Páscoa junto aos seus queridos. Muita paz e alegria!
Beijinhos, amigo.

© Piedade Araújo Sol (Pity) disse...

Boa tarde JP
Este poema constrói-se como um apelo “Desperta” que ecoa como um sino insistente entre a contemplação e a denúncia. Na primeira estrofe, a natureza surge em estado de harmonia quase sinestésica: a floresta não apenas canta, mas organiza-se como uma orquestra onde os riachos são violinos e os perfumes compõem um “concerto”. Há aqui uma celebração sensorial que convida o leitor a regressar a um estado primordial de escuta e pertença.
Contudo, essa harmonia é abruptamente atravessada pela segunda estrofe, onde o tom se torna político e profundamente crítico. O convite à evasão “podes ser um pássaro ou uma estrela” é imediatamente cheio de tensão pela impossibilidade de ignorar a violência do mundo contemporâneo. A enumeração de conflitos e figuras de poder rompe a musicalidade anterior, instaurando um contraste deliberado entre a pureza da natureza e a brutalidade humana. O poema denuncia, sem disfarces, a banalização da guerra e a sua disseminação quase lúdica pelos “mosqueteiros assassinos”, numa imagem que ironiza e amarga.
Na terceira estrofe, o “Desperta” final já não é apenas um convite, mas um aviso. A descrença instala-se: não ouvimos a floresta, não somos livres como pássaros, e nem a simbologia da Páscoa, associada à redenção, nos resgata. A imagem da “máscara” e dos “fumos tóxicos da guerra” transporta o conflito para um plano íntimo e inevitável, onde ninguém está verdadeiramente a salvo. O verso final, duro e provocador, deixa em aberto uma tensão ética entre a impotência e a reacção violenta.
No seu conjunto, o poema articula lirismo e intervenção, beleza e inquietação, convidando o leitor a um despertar que é simultaneamente sensorial, moral e político. É um texto que não permite indiferença, e talvez seja esse o seu maior mérito.
:(

Meulen disse...

Comparto esa mirada en que nos tiene sumido
el descontrol de todo tipo
ellos son los que más suenan
pero hay otros invisibles en apariencia
que haces siglos diezman vidas
sin control y lo peor autorizadas
por leyes de los humanos...

Caminamos hace ratos a tropezones...